terça-feira, 22 de novembro de 2016

Cidade florida alegre e risonha


Na época medieval, a plebe levava uma vida serena, aconchegante e jubilosa, buscando o belo até nas pequenas coisas, como demonstram as construções existentes na cidade alemã de Rothenburg.
A cidade de Rothenburg foi construída na Idade Média e reflete inteiramente o espírito daquela época, cuja sociedade se dividia em três classes. A mais alta era o clero, composta por homens consagrados a Deus e integra a estrutura de pessoas da Igreja Católica, Apostólica e Romana.
A segunda classe era a nobreza, a dos guerreiros, dos governadores de terras agrícolas no interior do país que, em caso de guerra, tinham a obrigação de combater. Serviço militar obrigatório só para os nobres, para os plebeus era muito restrito.
Depois, a plebe, cuja tarefa consistia em fazer a produção econômica do país.
Pequena burguesia e trabalhadores manuais
Habitualmente, quando ouvimos falar em Idade Média, pensamos em catedrais suntuosas, castelos magníficos, e temos razão, porque ela viu a construção e o acabamento de catedrais e de castelos incomparáveis. Mas nos perguntamos como seria a vida do pequeno burguês e do trabalhador manual. E a cidade de Rothenburg ob der Tauber nos dá uma resposta palpável a essa questão.
0

domingo, 23 de outubro de 2016

A Muralha de Ávila




0

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Florença

Florença e a perfeição das formas
A arte florentina se caracteriza pela perfeição das formas e seu estilo despojado. Embora alguns monumentos de Florença causem respeito e admiração por seu grande valor artístico, a mania do despojado — hoje tão difundida — parece uma censura a Deus que não fez um universo sem ornatos.
Em certo sentido, podem-se considerar como sendo três as metrópoles de irradiação do espírito renascentista a partir da Itália: Florença, Veneza e Roma. Cada uma delas teve um papel determinado na difusão desse espírito.
Palácio da Senhoria: exemplar típico do espírito florentino
Do ponto de vista artístico, enquanto Florença prima pela busca na perfeição das formas, Veneza procura realçar a supremacia das cores sobre o desenho. Roma, por sua vez, é a síntese dos vários aspectos da Renascença, onde os Papas procuraram recolher obras-primas de todas as fontes e formas de beleza.
O espírito florentino é muito raciocinante e amigo de ver nas coisas principalmente o aspecto resultante do silogismo. Essa é uma posição quase ascética dos renascentistas, que recusa à imaginação muitas invenções, e ao sentimento um papel muito grande na elaboração do conjunto do pensamento humano. Pelo contrário, vive de cálculos, proporções, perspectivas realmente bem elaborados. Tendência da qual, a meu ver, nasceria o racionalismo.
0

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Torre de Belém




0

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Vaticano e Castelo de SantAngelo

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa.

Com aproximadamente 44 hectares (0,44 km²) e com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é o menor país do mundo, tanto por população quanto por área.






0

sábado, 13 de agosto de 2016

Segóvia




0

domingo, 24 de julho de 2016

Esplendor do equilíbrio

O equilíbrio francês cheio de sabores
Temos um exemplo neste panorama que vemos aqui. Eu o considero de uma alta categoria. Onde está a beleza do quadro que contemplamos?
Analisem elemento por elemento. A grama é de um verde-esmeralda que nos nossos trópicos não se encontra. No meio da grama, a coisa mais comum do mundo: um caminho inteiramente reto. Bem no fundo, um castelo.
O que tem esse castelo propriamente de maravilhoso? Na fachada, não se vê uma estátua e quase nenhum ornato. Não se nota no castelo nada que deslumbre. Não é uma construção cara; custa preço alto apenas porque é grande, tem muito tijolo, material com que se faz qualquer casa. Entretanto, eu acho que seria um absurdo não reconhecer a isto a nota do equilíbrio, do maravilhoso. Mas qual é o maravilhoso? É o maravilhoso do equilíbrio, da coisa bem pensada, bem estudada, e feita com categoria: aqui está o esplendor do equilíbrio. E é o equilíbrio francês, cheio de toda espécie de sabores.
Observem primeiramente o prédio, depois o resto.
A graça dominando a força
0

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Catedral de Notre-Dame de Reims



0

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Basílica de Paray-le-Monial


Vejamos os comentários que Plinio Corrêa de Oliveira teceu a respeito da Basílica de Paray-le-Monial.
Quando, ainda moço, comecei a analisar mais detidamente os maravilhosos monumentos góticos da Idade Média, percebi que esse estilo havia atingido um apogeu e ali permanecera. Veio-me ao espírito a questão: o que deveria sucedê-lo? Porque não pode acontecer que o bem dê no mal, que a verdade redunde em erro, ou seja, não é razoável que o acerto até o último ponto de uma determinada linha de beleza produza decadência. Pois esta não é o fruto da fidelidade nem da coerência e, portanto, o supra-sumo não pode ser a véspera do ocaso. Isto se passa com o sol, elemento material, não com as coisas do espírito, como se pode qualificar um estilo artístico engendrado pela alma humana. Pobre sol, tão pequenino, tão apagado, tão vulgar na sua glória esplendorosa quando comparado com qualquer alma humana!”
Às voltas com esse problema, pensei: “De momento não sei resolvê-lo, mas dia virá em que encontrarei a resposta”. E, não raro, as soluções para esses problemas — na aparência insolúveis — são muito simples. Tal se deu quando, em uma de minhas viagens à França, estive na basílica e no convento de Paray-le-Monial, onde Santa Margarida Maria Alacoque recebeu as revelações do Sagrado Coração de Jesus.
Deparei-me com uma linda igreja de estilo
0